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1 20/05/2024 13:08

O adolescente de 16 anos que foi apreendido na madrugada desta segunda-feira (20) sob suspeita de ter matado os pais, de 57 e 50 anos, e a irmã, de 16 anos, dentro da casa onde a família vivia, era adotado. O suspeito ainda ficou com os corpos por três dias até chamar a polícia após não aguentar mais o cheiro em decomposição.

O adolescente foi conduzido à delegacia e, posteriormente, à Fundação Casa. Até esta segunda, 20, o suspeito não tinha defesa constituída para o caso.

Em depoimento, o adolescente afirmou que a família brigava constantemente. Após mais uma discussão na sexta-feira (17), os pais teriam chamado o garoto de "vagabundo" e tomado o celular dele, que era usado para preparar uma apresentação escolar. Com raiva, ele teria decidido cometer os assassinatos. O menor era adotado.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), o caso foi registrado na Vila Jaguara, Zona Oeste da capital paulista.

Conforme a investigação, policiais militares foram acionados pelo próprio suspeito, que teria confessado ter cometido o crime contra os familiares na sexta-feira, 17.

Sabendo onde a arma estava escondida, ele a pegou e atingiu o pai com um tiro nas costas dentro da cozinha da casa. Assustada com o barulho, a irmã foi verificar a situação e terminou morta depois de ser baleada no rosto.

Foi à academia antes de matar a mãe

Aos policiais, o adolescente também informou que chegou a ir à academia antes de matar a mãe, que estava fora no momento dos primeiros assassinatos. Ela foi baleada logo após retornar a casa e encontrar o marido morto.







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